
ALT Faz um ano desde que você atravessou minha vida como uma tempestade que se recusa a ir embora. Um ano desde que sua risada e seu cheiro começou a ocupar os lugares onde antes só moravam os meus fantasmas. Você arruinou tudo da melhor forma possível. Minha solidão, meu silêncio, minha vontade mórbida de desaparecer. Você me fez querer ficar. Viver. E isso é um incômodo terrível ( mas eu já te perdoei por isso, porque não saberia existir sem a bagunça que você trouxe. )

ALT Eu amo o jeito como você fala quando está distraída, o som do seu riso quando tenta se segurar e falha, quando você faz caretas pelas minhas costas, o calor que você carrega mesmo quando o mundo parece morto e frio. Você é o que há de mais vivo em tudo que conheço. Se eu pudesse te guardar em um frasco, deixaria sobre o criado-mudo, entre minhas flores secas e desenhos, só pra saber que a eternidade existe. Mas como não posso, fico te observando dormir e penso que talvez o paraíso tenha o cheiro do seu cabelo molhado e o som da sua respiração calma. Feliz aniversário, meu amor, minha esposa. Você é o fim mais bonito que já me aconteceu.

ALT Eu nunca quis um final feliz. Achava piegas, previsível, coisa de quem não sabia o peso real da existência. Eu sempre preferi os corredores escuros, os becos sem saída, os silêncios pesados que ninguém consegue preencher. Sempre achei que eu era feita pra caber no vão entre as coisas, naquela fresta onde o mundo esquece de olhar. Eu nunca fui de pertencer nem às pessoas, nem aos lugares. Eu era só uma peça solta, esperando, sei lá, o apodrecimento natural. E então, você. Veio com as suas respostas curtas, o humor ácido, a paciência limitada, as suas patadas ensaiadas e a mania irritante de sempre achar que está certa. Veio com suas mãos firmes, seu coração caótico, suas muralhas de ferro que, por alguma razão, se abriram pra mim. Você me viu. Me viu inteira, me viu torta, me viu despedaçada – e nunca tentou me consertar. Eu, que tinha tanto medo de não ser suficiente, me descobri mais que suficiente do seu lado. Eu descobri que podia existir de verdade.

ALT Hoje, no meio de um dia comum, sem roteiro, sem aliança escolhida com meses de antecedência, sem planejamento de Instagram, nós dissemos sim. Eu não sabia que diria. Você também não. Mas de algum jeito… era como se já estivéssemos casadas há muito tempo. E talvez seja isso que me mata de amor por você. Não houve fogos, não houve festa. Houve só a gente. E a gente sempre foi o suficiente pra mim. Agora, oficialmente, eu sou a mulher da loba mais teimosa que já pisou na terra. E se um dia você esquecer, te lembro. Todos os dias. Com café, com pão, com ciúmes desproporcionais, com os meus surtos idiotas, com as minhas mãos tremendo, com meu coração explodindo e com todas as minhas vírgulas erradas. Casamos. Sem saber. Sem planejar. Sem caber no mundo. E isso, pra mim, é o final mais bonito que eu nunca quis. — Mary Langford.

ALT Eu nunca quis um final feliz. Achava piegas, previsível, coisa de quem não sabia o peso real da existência. Eu sempre preferi os corredores escuros, os becos sem saída, os silêncios pesados que ninguém consegue preencher. Sempre achei que eu era feita pra caber no vão entre as coisas, naquela fresta onde o mundo esquece de olhar. Eu nunca fui de pertencer nem às pessoas, nem aos lugares. Eu era só uma peça solta, esperando, sei lá, o apodrecimento natural. E então, você. Veio com as suas respostas curtas, o humor ácido, a paciência limitada, as suas patadas ensaiadas e a mania irritante de sempre achar que está certa. Veio com suas mãos firmes, seu coração caótico, suas muralhas de ferro que, por alguma razão, se abriram pra mim. Você me viu. Me viu inteira, me viu torta, me viu despedaçada – e nunca tentou me consertar. Eu, que tinha tanto medo de não ser suficiente, me descobri mais que suficiente do seu lado. Eu descobri que podia existir de verdade.

ALT Hoje, no meio de um dia comum, sem roteiro, sem aliança escolhida com meses de antecedência, sem planejamento de Instagram, nós dissemos sim. Eu não sabia que diria. Você também não. Mas de algum jeito… era como se já estivéssemos casadas há muito tempo. E talvez seja isso que me mata de amor por você. Não houve fogos, não houve festa. Houve só a gente. E a gente sempre foi o suficiente pra mim. Agora, oficialmente, eu sou a mulher da loba mais teimosa que já pisou na terra. E se um dia você esquecer, te lembro. Todos os dias. Com café, com pão, com ciúmes desproporcionais, com os meus surtos idiotas, com as minhas mãos tremendo, com meu coração explodindo e com todas as minhas vírgulas erradas. Casamos. Sem saber. Sem planejar. Sem caber no mundo. E isso, pra mim, é o final mais bonito que eu nunca quis. — Mary Langford.

ALT Eu nunca quis um final feliz. Achava piegas, previsível, coisa de quem não sabia o peso real da existência. Eu sempre preferi os corredores escuros, os becos sem saída, os silêncios pesados que ninguém consegue preencher. Sempre achei que eu era feita pra caber no vão entre as coisas, naquela fresta onde o mundo esquece de olhar. Eu nunca fui de pertencer nem às pessoas, nem aos lugares. Eu era só uma peça solta, esperando, sei lá, o apodrecimento natural. E então, você. Veio com as suas respostas curtas, o humor ácido, a paciência limitada, as suas patadas ensaiadas e a mania irritante de sempre achar que está certa. Veio com suas mãos firmes, seu coração caótico, suas muralhas de ferro que, por alguma razão, se abriram pra mim. Você me viu. Me viu inteira, me viu torta, me viu despedaçada – e nunca tentou me consertar. Eu, que tinha tanto medo de não ser suficiente, me descobri mais que suficiente do seu lado. Eu descobri que podia existir de verdade.

ALT Hoje, no meio de um dia comum, sem roteiro, sem aliança escolhida com meses de antecedência, sem planejamento de Instagram, nós dissemos sim. Eu não sabia que diria. Você também não. Mas de algum jeito… era como se já estivéssemos casadas há muito tempo. E talvez seja isso que me mata de amor por você. Não houve fogos, não houve festa. Houve só a gente. E a gente sempre foi o suficiente pra mim. Agora, oficialmente, eu sou a mulher da loba mais teimosa que já pisou na terra. E se um dia você esquecer, te lembro. Todos os dias. Com café, com pão, com ciúmes desproporcionais, com os meus surtos idiotas, com as minhas mãos tremendo, com meu coração explodindo e com todas as minhas vírgulas erradas. Casamos. Sem saber. Sem planejar. Sem caber no mundo. E isso, pra mim, é o final mais bonito que eu nunca quis. — Mary Langford.






























