
Associate professor of public administration @FGV_EAESP & visiting scholar @LSE_LACC (2021-2023). PhD in Social Policy @EdinburghUni
Sao Paulo, Brazil
Joined May 2009
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🚨Just out in Research Policy, Open Access: sciencedirect.com/science/ar… For all of the attention given to debating the extent of international vaccine technology transfer, we know little about what has happened – how partnerships were established and how they work in practice🧵
Elize Massard retweeted
No es networking.
Latam tiene universidades de 1era, reclutan a los mejores alumnos, les dan entrenamiento de 1er año de phd y los exponen a investigacion seria.
Lo hacen hace 30 años y x eso tienen reputacion.
Sobran ejemplos: utdt, udesa, FGV's, PUC's, incluso publicas (unlp)
Parabéns @brunoqcunha ! 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼
♨️New article!
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What is the meaning of regulatory capacity?
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Bruno Queiroz Cunha and Martin Lodge examine how to organise regulatory capacity in the context of #Brazil, a country with record regulatory reforms in the past
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🔗onlinelibrary.wiley.com/doi/…
Compartilho a análise de @AlexandreHandf4 para o @nexopoliticas. Uma análise ponderada sobre os impactos das Emendas Parlamentares, que têm representado, em média, 30% dos gastos discricionários do Ministério da Saúde. Alexandre destaca🧵
pp.nexojornal.com.br/ponto-d…
🌍✨This #WorldAIDSDay, Dr. Helena Achcar reflects on the challenges facing Brazil’s AIDS movements - see the @LSEGlobalHealth blog - shorturl.at/xXhZs. Pauperization, de-prioritization, and internal divisions call for unity and alliances to reignite action.
Elize Massard retweeted
Corre lá no Café da Manhã para pensar com a gente sobre empreendedorismo popular, marketing digital e nossos desafios políticos! Ficou muito bacana — eu espero!
open.spotify.com/episode/2BR…
Elize Massard retweeted
🚨Two weeks left!🚨
Submit your proposal for REPAL 2025 by Nov. 15 to engage with scholars on Latin America's political economy. Access the submission form here: forms.gle/KQo5af9VULC4ctHE7
Don’t miss this chance to contribute to the conversation! #REPAL2025 #LatinAmerica
Publicamos um artigo sobre o caso de contaminação por HIV em pacientes transplantados no RJ (@guicelest).
Mas o que mais chama atenção é o silêncio ensurdecedor do movimento de AIDS, em outros tempos já teria reagido.
shorturl.at/MKvGw
🔔 WEBINAR Conheça a Linha de Política e Economia do Setor Público - Mestrado e Doutorado em Administração Pública e Governo @FGV_EAESP
📅 25/09 às 19h
📍 YouTube
💻 evento.fgv.br/linhadepesquis…
🎙️@Adriano_Massuda @RudiRocha_Econ @avelino_george @cirobiderman @marconi_nelson e eu!
Parabéns por mais essa conquista!! Em breve, as publiações da tese nos melhores periódicos de ciência política! 🌟🎓
Muito feliz em receber o prêmio de melhor paper do AT17. Sociologia Política no encontro da @ABCP_bot, pesquisa fruto da tese. Obrigada aos coordenadores Jaqueline Zulini e Renato Perissinotto pela recepção, a Simone Diniz pelos comentários e aos colegas pelo debate! +
Elize Massard retweeted
I am speaking at AAEA 2024. Please checkout the details of my talk at: whova.com/xems/apis/opengrap…
Elize Massard retweeted
100%
LIVE NOW! #lsefestival
Great discussion on “How can countries prepare for the next global health crisis? LSE Festival: Power and Politics”
Dr Tine Hanrieder
Dr Ulrich Sedelmeier
Professor Ken Shadlen (@LSE_ID)
Dr Clare Wenhan (@clarewenham)
youtube.com/live/-P_cixqsvOg…
Grande @DiogoFerrari 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼
A quantidade de informações falsas no X, antigo Twitter, caiu quase pela metade depois que o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e mais 70 mil contas foram banidas das redes sociais. Os dados foram revelados por um estudo publicado na revista Nature. O cientista político e pesquisador Diogo Ferrari, da Universidade da Califórnia, fez parte do estudo, e explica que as políticas de distribuição de conteúdo adotadas pelas empresas e as regras que os usuários precisam cumprir, afetam de forma drástica a quantidade de desinformação nas redes.
Link para o artigo aqui: nature.com/articles/s41586-0…
A quantidade de informações falsas no X, antigo Twitter, caiu quase pela metade depois que o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e mais 70 mil contas foram banidas das redes sociais. Os dados foram revelados por um estudo publicado na revista Nature. O cientista político e pesquisador Diogo Ferrari, da Universidade da Califórnia, fez parte do estudo, e explica que as políticas de distribuição de conteúdo adotadas pelas empresas e as regras que os usuários precisam cumprir, afetam de forma drástica a quantidade de desinformação nas redes.





















