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Joined July 2009
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The New York Times just published an editorial admitting something remarkable: Lula da Silva is the most important political leader in the Americas in the 21st century. For a media outlet that traditionally champions the Western establishment, this is a profound shift. Why is the institutional voice of the liberal world suddenly praising a former factory worker from the Global South? They aren't doing it out of charity. They are doing it because they are witnessing the undeniable force of the Brazilian working class. When the algorithms and the polls said he would lose, millions of ordinary people—from the favelas of Rio to the small towns in the Northeast—took to the streets. They didn't just vote for a politician; they mobilized for their own dignity. They voted for public hospitals that actually work, for wages that cover the cost of living, and for a country that belongs to its people. Lula represents a vision of the world that the old powers are struggling to accept. He represents a Latin America that is not a backyard, but a sovereign partner. A vision where a nation's wealth—its oil, its rare earth minerals—is used to build local infrastructure and fund social programs, rather than being quietly extracted to feed foreign supply chains. A vision where a country can advocate for peace, stand in solidarity with Palestine, and help build a multipolar world. The Western establishment is realizing they can no longer dictate Brazil's future through economic pressure, digital censorship, or proxy politicians. They are forced to respect Lula because the people who elected him refuse to be marginalized. But the true measure of Lula’s importance isn't found in the praise of foreign newspapers. It is found in the missing finger from a metalworking press. It is found in the millions who organized digitally to bypass censorship. It is found in a working class that looked at impossible odds and decided to build a better world. When the world's most powerful institutions have to acknowledge a metalworker, you know the old order is changing. And it is the people who are leading the way.
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J’adresse à la famille de Mauricio mes condoléances et tout mon soutien. Toute la lumière doit être faite. Mourir en garde-à-vue après avoir été matraqué relève de l’homicide. Les policiers impliqués doivent être jugés et condamnés.
🔴ALERTE INFO 🔴🇫🇷👮🏻‍♂️Un homme de 44 ans est mort en garde à vue dans des circonstances troublantes au commissariat de Saint-Ouen, en Seine-Saint-Denis. 👉 Mauricio K., 44 ans, est décédé mardi 27 octobre dans l’après-midi, après avoir été victime d’un arrêt cardiorespiratoire. Malgré l’intervention des pompiers, l’homme n’a pas pu être réanimé, selon le parquet, qui a confirmé son décès auprès du Parisien. 👉 Son père, Maurice K., et son avocat dénoncent les circonstances de cette mort et affirment que « des violences graves ont été commises lors de l’interpellation », lesquelles auraient entraîné son décès. 👉 Une plainte a été déposée auprès de l’IGPN, mais l’avocat de la victime dénonce « le silence assourdissant » du parquet et de l’IGPN, chargée de l’enquête.
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🔴ALERTE INFO 🔴🇫🇷👮🏻‍♂️Un homme de 44 ans est mort en garde à vue dans des circonstances troublantes au commissariat de Saint-Ouen, en Seine-Saint-Denis. 👉 Mauricio K., 44 ans, est décédé mardi 27 octobre dans l’après-midi, après avoir été victime d’un arrêt cardiorespiratoire. Malgré l’intervention des pompiers, l’homme n’a pas pu être réanimé, selon le parquet, qui a confirmé son décès auprès du Parisien. 👉 Son père, Maurice K., et son avocat dénoncent les circonstances de cette mort et affirment que « des violences graves ont été commises lors de l’interpellation », lesquelles auraient entraîné son décès. 👉 Une plainte a été déposée auprès de l’IGPN, mais l’avocat de la victime dénonce « le silence assourdissant » du parquet et de l’IGPN, chargée de l’enquête.
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🚨 La police lance une grenade de desencerclement en direction des journalistes à Paris
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81 years later.. Fascism still flows through the blood of German police.
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🚨 MOBILISATIONS MASSIVES DANS TOUT LE PAYS !!! Les algorithmes sont modifiés pour cacher la mobilisation. Partagez un maximum vos vidéos, vos photos et vos images des manifestations sur vos réseaux sociaux. ON NE LÂCHE RIEN, PARTAGEZ EN MASSE !!! 🔁🔁🔁
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Il est interdit à un policier (aussi) de masquer son visage sauf en cas de danger imminent (comme un incendie par exemple). Et il est interdit aussi de ne pas porter son RIO. Tout ça = article 15 de la DDHC.
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Olá, família no Brasil. Precisamos da ajuda de vocês nas redes sociais! A Angie Nixon defende a "L" - LIBERTAÇÃO - de todas as pessoas. Eu a conheço e sei exatamente o que ela defende. Sei que ela tem sido totalmente comprometida em lutar em prol dos "MENOS FAVORECIDOS", de acordo com a fé dela em Cristo e simplesmente porque é a coisa certa a fazer! Nos ajudem a FAZER BARULHO pela Angie Nixon, especialmente se vocês têm FAMÍLIA NA FLÓRIDA! Digam a eles para SAÍREM PARA VOTAR NA ANGIE NIXON! Aqui está a música que eu e o Quantum Soul People fizemos para ela! VOTEM NA ANGIE NIXON! #DeportTheBolsonaros #DeportTheBolsonaro #DeportFlavioBolsonaro #AngieNixon #Duval #Brazil #Solidarity #Liberation
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QUEM É MARIANA? Mariana Vishegirskaya é uma jovem ucraniana que, em março de 2022, estava grávida de nove meses. Quando estava prestes a dar à luz, um bombardeio russo atingiu a maternidade onde estava internada, na cidade de Mariupol. Com o rosto ensanguentado, ainda vestindo seu pijama de bolinhas, Mariana desceu as escadas de um hospital destruído, caminhando entre escombros, paredes em ruínas, descalça sobre vidros estilhaçados e sob os gritos e prantos dos feridos ou dos que lamentavam os mortos. Flagrado pelas lentes de um fotógrafo que cobria o conflito, o rosto de Mariana correu o mundo. No dia seguinte, 10 de março, enquanto bombas continuavam destruindo a cidade, Mariana deu à luz sua filha, Veronika. Uma nova vida a uma cidade onde crianças morriam todos os dias. A Associated Press documentou o horror numa reportagem intitulada”Why? Why? Why?” (“Por quê? Por quê? Por quê?”). Jornalistas descrevem crianças enterradas em valas comuns, famílias desoladas, mulheres em abrigos e hospitais onde médicos precisavam escolher quem ainda poderiam salvar. Mariana sobreviveu. Sua filha também. Mas milhares de outras jovens como ela não tiveram a mesma sorte. Desde o início da invasão russa, milhões de mulheres ucranianas foram obrigadas a abandonar suas casas, suas famílias, seus empregos e seu país. Muitas fugiram sozinhas, sem dinheiro, sem falar a língua do lugar onde buscaram refúgio, dependendo da ajuda de desconhecidos para sobreviver. E foi justamente essa vulnerabilidade que redes de exploração humana transformaram em oportunidade de negócio. Inclusive no Brasil. Uma investigação revelou mensagens que apontam para uma rede internacional de prostituição financiada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, que recrutava mulheres estrangeiras, incluindo refugiadas da guerra na Ucrânia, para encontros privados com homens ricos e poderosos. Muitos deles, amigos e aliados de Flávio Bolsonaro. Segundo divulgado, uma dessas mulheres tinha apenas 19 anos e havia enfrentado 14 horas de ônibus para fugir da guerra. Sua mãe enviava áudios dos bombardeios. Ela não tinha para onde voltar. Então, em mensagem de dezembro de 2023, um dos responsáveis pelo recrutamento explicou a Vorcaro por que a jovem continuava no Brasil: “Ela não tem pra onde ir. Estão bombardeando a cidade dela.” / “Gata e novinha!” É difícil imaginar uma demonstração mais brutal da distância entre o desespero de uma mulher e os interesses de homens asquerosos que enxergam nessa angústia a oportunidade para o sexo fácil. Enquanto uma mãe ucraniana preocupada enviava áudios de bombas caindo, os amigos do “irmãozão” de Flávio planejavam como aproveitar a permanência de sua filha no Brasil. Mariana não é uma dessas mulheres que participaram das festas de Vorcaro. Não há nenhuma informação que a relacione às festas de Vorcaro ou a encontros com Flávio. Mas Mariana nos ajuda a compreender de onde vêm essas refugiadas. O que perderam. Do que fugiram. E por que a promessa de proteção, trabalho ou segurança pode se tornar uma armadilha. As denúncias envolvendo Vorcaro e Flávio precisam ser integralmente investigadas. Mas as mensagens reveladas já exigem respostas sobre a possível exploração de mulheres em situação de extrema vulnerabilidade. Talvez Flávio nunca tenha ouvido falar de Mariana Vishegirskaya. Mas quem frequentou essas festas, usou e abusou de outras Marianas. Ou até meninas mais jovens, já que as chamam de “creche”. “Creche” alimentada por jovens mulheres fugindo de bombas em maternidades. Como Mariana.
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Muito clara a fala de Bolsonaro sobre Ibama e ICMBio embentrevista ao vivo para @renataloprete ele descreve criminosos ambientais. O desmonte está contratado se ele vencer.
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