Acima de tudo Rubro-Negro

Rio de Janeiro , Brasil
Joined September 2009
Em tempo… Falem dele agora aí…
Esse ódio todo do Rossi por alguns aí é loucura!! Pessoal emocionado demais.
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Ah, só para lembrar que: é normal, é corriqueiro, é comum, é habitual, é rotineiro, é costumeiro, é usual, é trivial, é cotidiano, é frequente, é recorrente.........................
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Esse ódio todo do Rossi por alguns aí é loucura!! Pessoal emocionado demais.
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Ontem, pela Libertadores, vendo aquela arquibancada empurrar o Flamengo, me veio um negócio na cabeça. Eu conheço essa história faz tempo. Faz tempo pra cacete, desde os tempos mais primórdios. Sou da Penha, Rio de Janeiro, e vou ao Maracanã desde os 5, 6 anos de idade. Já são mais de 45 anos nessa bagaça. Indo de ônibus, de carro, seja com amigos e familiares. Aprendi com meu pai e meus tios e tias, ainda moleque, uma coisa que carrego comigo até hoje: o maior patrimônio do Flamengo sempre foi a sua torcida. E quer saber o mais doido? Depois de mais de 45 anos indo ao Maracanã, eu ainda entro ali e fico olhando. Deslumbrado, como se fosse a primeira vez Olho pra arquibancada. Escuto a torcida cantando. Vejo aquela porra daquele estádio pulsando. E, por alguns segundos, não sou um cara com mais de 50 anos. Sou o moleque da Penha de novo. Aquele que chegou ao Maracanã pela primeira vez segurando a mão de alguém, olhando tudo aquilo sem entender direito como tanta gente podia sentir a mesma coisa ao mesmo tempo. Só que hoje tem uma diferença que mexe comigo pra caralho. Aquele moleque cresceu. E hoje é ele quem leva os moleques dele ao Maracanã. Às vezes olho para os meus filhos ali do meu lado e penso nos meus pais, nos meus tios, em quem fez isso comigo. E aí eu entendo que não estou simplesmente levando meus filhos para ver um jogo do Flamengo. Estou passando uma história para eles. Uma história que começou muito antes de mim e que, se Deus quiser, vai continuar muito depois. Talvez hoje eles ainda não tenham a dimensão disso. Talvez, para eles, seja só o pai levando os filhos para ver o Flamengo. Mas eu sei. Eu sei exatamente o que estou entregando para eles. Porque um dia fizeram a mesma coisa comigo. E talvez seja essa uma das coisas mais bonitas de ser Flamengo: a gente não herda só uma camisa. A gente herda histórias. E depois chega a nossa vez de passá-las adiante. A vida passa. A gente cresce. Trabalha. Casa. Tem filho. Os pais envelhecem. Alguns daqueles que pegaram a nossa mão e nos levaram ao Maracanã já não podem mais estar do nosso lado. Os jogadores passam. Os técnicos passam. Presidentes passam. A gente ganha, perde, é campeão, passa raiva pra cacete, chora e jura que nunca mais vai sofrer desse jeito. Mas chega o próximo jogo e a gente está lá de novo. E aquela arquibancada continua ali. Ontem, olhando aquilo pela Libertadores, pensei justamente nisso. Talvez quem não seja Flamengo nunca consiga entender completamente. Não são só 90 minutos. Não são 11 caras correndo atrás de uma bola. Não é só futebol. É memória. É família. É pertencimento. É olhar para um sujeito que você nunca viu na vida, abraçar esse cara num gol e, naquele instante, ele parecer alguém que você conhece há 30 anos. É olhar para milhares de desconhecidos e reconhecer neles um pedaço da sua própria história. Tenho mais de 45 anos de Maracanã. Sou cascudo. Já vi de tudo naquela arquibancada. E ainda me arrepio. Ainda me emociono. Porque jogador veste a camisa do Flamengo por alguns anos. A gente veste por uma vida inteira. E quando todo mundo passa, quando os nomes mudam e uma geração entrega o Flamengo para a próxima, ela continua lá. A torcida. A mesma que meus pais e meus tios me ensinaram a amar quando eu era apenas um moleque lá da Penha, com um sonho a ser realizado. E que hoje eu tento ensinar os meus moleques a amar também. Talvez daqui a muitos anos, quando eu já não estiver ao lado deles naquela arquibancada, um deles entre no Maracanã, pare por alguns segundos, olhe em volta e lembre do pai. Um doido que ama o Flamengo acima de tudo. Do mesmo jeito que eu ainda lembro de quem me levou. Aí eu vou saber que a história continuou. Isso é Flamengo. 🔴⚫
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Jogadores na HISTÓRIA da LIBERTADORES com ao menos 20 GOLS e 20 ASSISTÊNCIAS na competição 🇦🇷 Juan Roman Riquelme 🇺🇾 Giorgian de Arrascaeta fim da lista.
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Replying to @vitorsergio
VSR, foi um ABSURDO. Sem força de expressão, o que a torcida do Flamengo fez hoje foi HISTÓRICO. O Maracanã inteiro numa só voz, desde os gritos de MENGO até a Seleção de Ouro inflamando todos os setores ao mesmo tempo. Nós chamamos o gol, e ele veio. O Flamengo é inacreditável.
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E foi exatamente isso!
Vou ao Maracanã desde 1983. Não me lembro de ver um jogo em que o Flamengo está perdendo e a torcida tirou o time da merda, manteve os jogadores ligados, como fez hoje. Pela televisão, a sensação é de que foi absurdo da torcida.
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👇🏼😎 Enqto na transmissão o repórter falava do silêncio da torcida do Flamengo, surge outro profissional falando a vdd... Parabéns @novaesrocha1. SRN🖤❤️🖤❤️
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FlamengoCastigandoOCorinthians.MP4
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Surreal. E ainda olhei quando virou no 43 e disse “é agora”
olhem o bendito número do cronômetro na hora do gol… abençoado seja!
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"Conte com ele, Mengão. O Flamengo sempre pode contar com Bruno Henrique". (ANDRADE, Paulo. 2026). #futebol #flamengo #brasileirao
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Mídia Paulista ontem "Flamengo vai pegar um excelente time. Del Vale é muoto bom. Vai complicar. Um time que complicaria para qualquer número.. joga muita bola. Mídia Paulista hoje " Del Vale é fraco demais. Bla bla bla" Bom diaa, senhores!
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Aqui nessa rede eu já vi o Flamengo unir Remo e Paysandu, Vasco e Fluminense, Palmeiras e Corinthians. O Flamengo é a ONU do futebol.
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Adeus Plata e Wallace Yan
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Pra sempre, Arena Gonzalo Plata. Obrigado por isso.
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obrigado, Gonzalo Plata gol inesquecível
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Quem olha essa cara de bom pai e bom marido não diz que ele já fez São Januário ser todo quebrado.
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Arrascaeta é o maior estrangeiro que já jogou no futebol brasileiro. Não é exagero. É currículo. É número. É taça. É longevidade. São mais de 560 jogos por Cruzeiro e Flamengo. Mais de 150 gols. Quase 150 assistências. Mais de 300 participações diretas em gols. E estamos falando de um meia. No Cruzeiro, virou recordista entre estrangeiros. No Flamengo, também. Maior artilheiro estrangeiro da história do clube. Estrangeiro com mais jogos pelo Flamengo. E ainda empilhou títulos. 3 Libertadores. 3 Brasileiros. 4 Copas do Brasil. Recopa. 3 Supercopas Muitos Estaduais. Arrascaeta não teve só um grande auge. Teve mais de uma década em altíssimo nível no Brasil. Decidiu final. Decidiu clássico. Decidiu mata-mata. Fez História. Petkovic foi histórico. Conca foi genial. Gómez é vencedor. Valdivia marcou época. Mas nenhum deles reúne, no mesmo pacote, tantos jogos, tantos gols, tantas assistências, tantos títulos e tanto protagonismo por tanto tempo. A discussão acabou. O número 1 é Arrascaeta. Faz tempo. O maior gringo da história do futebol brasileiro.
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16 de agosto de 2007. Em seu 1° jogo como titular, Maxi marca o gol que decidiu o Fla-Flu. O Flamengo ainda teve dois jogadores expulsos, mas a torcida carregou o time para a vitória. No 2° jogo com Joel Santana, o Fla venceu, mas ainda estava no Z-4. Fluminense 0x1 Flamengo.
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