
@Aletripi
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O @YouTubeBrasil está sendo chantageado ou são canalhas. O que estão fazendo com o @Brunoaiubshow não é coisa de gente de bem. As vezes é bem feito se a esquerda conseguir ferrar com vcs.
Alexandro Carvalho retweeted
Vaza Toga, novo capítulo: mensagens revelam Moraes usando o TSE ilegalmente para escolher quem seria preso pelo 8/1 com base nas redes sociais.
Grave: posicionamento ideológico virou critério para prisão!
Reportagem de @david_agape_ e @elivieira. 🧶
Alexandro Carvalho retweeted
🚨EXCLUSIVE: JANUARY 8 FILES
New leaked files reveal that Brazil’s Supreme Court illegally used social media posts to incarcerate pro-Bolsonaro protesters.
On January 8, 2023, hundreds of supporters of former President @JairBolsonaro entered government buildings in Brasília, in an episode strikingly similar to January 6 in the US. Many were elderly or ill and committed no acts of violence. Yet all were labeled “coup plotters,” “terrorists,” and “fascists” by Brazil’s president @LulaOficial and Supreme Court Justice Alexandre de Moraes.
Now, the JANUARY 8 FILES show that Moraes created a secret and illegal intelligence task force that used social media posts to justify the imprisonment of nonviolent protesters.
Moraes and his task force:
— operated through a secret WhatsApp group that created illegal intelligence “reports”
— kept protestors detained while performing scans of their social media;
— used online speech as a basis for “preventative” imprisonment;
— denied lawyers access to evidence;
— illegally used a biometric database to identify protesters.
These files reveal that January 8 prosecutions were politically motivated and involved sweeping abuses of power.
Moraes, serving Lula’s interests, bypassed the law to effectively criminalize political speech. His overprosecution of protesters helped legitimize the narrative that January 8 was a coordinated “coup attempt” – a narrative central to the court’s ongoing prosecution of Bolsonaro.
The JANUARY 8 FILES investigation was led by @david_agape_ and @elivieira and edited by @galexybrane
Alexandro Carvalho retweeted
Sátira implacável com os fascistas woke identitários.
Essa moça que viajou o tempo possivelmente é integrante no ministério público federal e do coletivo de procuradoras feministas.
Alexandro Carvalho retweeted
Mensagem de Repúdio a Eliane Cantanhêde por sua fala vergonhosa. Ajude a viralizar e chegar a ela.
Está na hora dos anunciantes repensarem se continuam ou não fazendo propaganda na GLOBO...
nitter.cf/i/status/1936513830864…
Alexandro Carvalho retweeted
URGENTE: veja como a esquerda facilitou o roubo aos aposentados!
Agora que a fraude bilionária no INSS veio à tona, a esquerda finge demência, mas basta dar uma olhada nos discursos no plenário da Câmara para expor a hipocrisia.
Foram deputados da esquerda que defenderam, ainda em 2019, a lei que permitiu os descontos ilegais que prejudicaram milhões de aposentados!
O PT e seus puxadinhos obstruíram votações, defenderam sindicatos e atacaram o texto original da Medida Provisória de Bolsonaro que buscava coibir fraudes. Hoje, os mesmos sindicatos corruptos que petistas blindaram estão sendo investigados pela Polícia Federal - menos o do irmão do Lula, claro! Por que será?
A verdade está vindo à tona, e seguiremos cobrando apuração total e responsabilização de todos os envolvidos! A CPMI do INSS é urgente!
Alexandro Carvalho retweeted
”Não existe dinheiro público, existe dinheiro do pagador de impostos”. Com a palavra, a eterna Dama de Ferro. Quem concorda?
Alexandro Carvalho retweeted
Na boa, impressionante e deprimente
um dos ÚNICOS veículos de imprensa a fazer jornalismo de verdade é o PÂNICO
o PÂNICO da sandálias da humildade, do Zina, do Antonio Nunes, dos anões e da bunda das panicats tem mais credibilidade que toda a mídia...
Olha essa comparação:
Alexandro Carvalho retweeted
Texto de Rafael Nogueira publicado há pouco no Instagram: 👏👏
“Um dos traços mais evidentes da degradação cultural brasileira é a relação cada vez mais frouxa entre poder e conhecimento. Às vezes nos iludimos achando que se sobe na hierarquia pelo mérito, pelo estudo, pela experiência. Na verdade, chega-se por arranjos políticos, conexões certas e, acima de tudo, a habilidade de parecer sábio sem sê-lo. A consequência? Ministros, juízes, governantes e acadêmicos que, investidos de autoridade, espalham bobagens com solenidade, certos de que ninguém ousará lhes corrigir.
O Brasil deixou de ser colônia em 1815, sete anos antes do que a fala do ministro sugere. Em 16 de dezembro de 1815, D. João, ainda príncipe regente, fez do Brasil um Reino Unido a Portugal e Algarves. Nascia, ali, a monarquia brasileira.
D. João só se tornaria rei em 1816, com a morte da mãe, D. Maria I, mas já governava desde que desembarcou no Rio de Janeiro, driblando Napoleão. Em 1820, revolucionários do Porto tentaram revogar essa paridade política e rebaixar o Brasil — a porção mais próspera do Império, maior em economia, população e território.
Os revolucionários exigiram que D. João voltasse e que o Brasil retornasse ao status colonial. O rei aceitou a primeira parte e, segundo um anedotário sustentado por cartas, instruiu D. Pedro, deixado como regente, a recusar a segunda. Em 1822, proclamou a independência não para romper com Portugal — o que foi um acidente de percurso, não o objetivo maior — mas para preservar o status de reino já conquistado.
Dizer que o Brasil “deixou de ser colônia em 1822” pode parecer coisa pouca, mas é grave, sim. Se um estudante errasse, paciência. Mas um ministro do Supremo, avaliado como "nota 10 em erudição" por uma banca da USP? O erro, nesse caso, não é um lapso. É um sintoma. Sintoma da mediocridade acadêmica, onde prestígio substitui conhecimento e a retórica vale mais que a verdade.
A história não é detalhe dispensável. Quem a ignora é, no mínimo, um cidadão tomado pela amnésia — e sem memória, dissolve-se a identidade, tanto do indivíduo quanto da nação. No máximo, torna-se um agente ativo da mentira, empurrando um país inteiro para a confusão e o esquecimento.”
instagram.com/p/DGmFCMGyx5q/…





















