Administrador e Engenheiro Aposentado

Brasil
Joined February 2017
O QUE ESTÁ ACONTECENDO CONOSCO? UMA ELEIÇÃO SANGANDO ALMAS. Hoje entrei como ouvinte num Space da esquerda e saí com o peito aberto. Não foi a defesa de Lula que me derrubou. Foi a naturalidade com que a mentira virou método. André Janones mandava áudios para memorizar, repetir e depois apagar do celular. A ordem era clara: mintam, mintam, mintam. Criem mentiras inteligentes. Não temos mais tempo. A mentira traz voto. Ouvi professor orientar senhora humilde e jovem a mentir. Ouvi a regra da confusão: se houver membro da direita, denuncie e prenda; se for da esquerda, fuja, dê no pé, não permaneça. Camisa verde e amarela para confundir. Tumulto se passando pelo outro lado. Ao longo de todo o dia, muita baixaria. Muita pornografia. Muitas fotografias e palavras que não cabem em gente que ainda se diz civilizada. O nível do diálogo, a forma como se expressavam, dava sinais claros de pessoas que abandonaram os estudos, abandonaram a cultura, abandonaram o esforço de pensar. Era só repetição, esgoto e ordem para mentir. Em certo momento eu só ri. Ri da loucura que o ser humano é capaz de cometer pela ideologia. Depois a risada morreu e ficou o nojo. Nojo de ver educador descer ao nível de formar mentiroso. Nojo de ver servidor público transformar cargo em oficina de fraude. Nojo de perceber que já não somos mais gente, somos apenas soldados de uma causa que exige a morte da consciência. Participo há muitos anos de debates em diversos grupos da direita. Discutimos ideias, planos de governo, estratégias, as mudanças que a Constituição precisa sofrer para termos um país governável. Falamos de educação, de infraestrutura, de segurança, de ações para os ministérios. Estudamos também, é claro, como se comportam nossos opositores e quais são suas estratégias, apenas para nos defender e alinhar as nossas para vencê-los. Mas nunca com ódio. Não expressamos ódio. Não temos ódio de ninguém. Jamais discutimos ódio. Jamais mentimos. A direita não precisa mentir para vencer. O que ouvi hoje não foi debate. Foi outra coisa. Meu Deus, o que aconteceu conosco? Quando deixamos de ser humanos? Quando o compatriota virou inimigo que se destrói com mentira e se abandona na confusão? Demos poder demais, tempo demais, oportunidade demais a um homem que nunca nos deu nada, que só tirou nossas esperanças, que nos enganou e nos iludiu a vida toda, e que agora não tem nada a nos dar. Em troca estamos recebendo essa desordem, essa desestruturação moral, esse ódio que come família, amizade e o pouco de respeito que ainda restava entre brasileiros. Vale a pena? Vale a pena entregar a alma, a palavra, a dignidade das gerações que nos sucederão, por alguém que já não merece nossa credibilidade? Professores que deveriam abrir a mente estão fechando a boca da verdade. Pastores que invocam o nome de Jesus estão esquecendo o próximo. E nós, os que assistem e repetem, estamos permitindo que a mentira se torne o ar que respiramos. Não saio daqui carregando o mesmo veneno. Não quero odiar. Quero chorar. Chorar por um povo que está se matando por um sujeito que já não tem futuro e que está levando o nosso junto. A bandeira não é de partido. A consciência não é de militante. E o Brasil não sobrevive à derrota da própria humanidade. Meus amigos, a vida é mais simples do que parece. Eu vivi todos os poderes que um nordestino poderia viver. Viajei por todos os países onde um ser humano poderia viajar. Curti todas as festas que um ser humano poderia curtir. Construí o patrimônio que um homem precisa para sobreviver. E hoje aprendi que o que importa é estar em paz com Deus, é tentar chegar a Deus, é me reencontrar com Ele. Não mais patrimônio. Não mais brigas. O que me faz bem é defender a vida dos meus semelhantes, é lutar por eles.
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Por que esse ódio, então? Logo todos envelhecemos e os valores mudam. Os bens materiais mudam. A loucura por poder muda. Se não mudarmos, não sobrevivemos: viramos zumbi, pateta, vazio, um ser humano sem sentido de vida. Minha gente, vamos dar sentido às nossas vidas enquanto ainda há tempo. Envelhecer me ensinou que podemos perder tudo e ainda levantar. Mas se perdermos a capacidade de olhar o outro e reconhecer nele um irmão, já teremos perdido o essencial. Não precisamos pensar igual para viver como gente. Não precisamos destruir uns aos outros para construir um país. E se para combater o ódio precisarmos aprender a odiar, já teremos perdido o que pretendíamos defender. Meu Deus, ajude-nos a parar enquanto ainda resta um pouco de nós. Meus amigos, a direita luta para construir um país para todos os brasileiros. Fomos perseguidos, fomos presos, temos irmãos forçadamente exilados em outros países. Nosso líder está preso, sem poder falar. Renunciamos a tudo, e ainda assim não carregamos ódio. Não queremos vingança. Queremos justiça, e nada mais. Não vamos nos vingar de ninguém, porque o governo que queremos é para todos. O bem que desejamos para a direita é o mesmo bem que desejamos para a esquerda. ENTENDO QUE O BRASIL PODE SOBREVIVER À DERROTA DE UM CANDIDATO, SEJA LULA OU FLÁVIO, O QUE ELE NÃO PODE É SOBREVIVER À DERROTA DA CONSCIÊNCIA DE SEU POVO. Recado à ESQUERDA: esse jogo já está decidido por ELE, DEUS! Thaumaturgo Araújo
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Part 1 OPEN LETTER TO THE AMERICAN PEOPLE AN APPEAL FROM A BRAZILIAN FOR AMERICA, FOR FREEDOM, AND FOR THE FUTURE OF OUR NATIONS TO MY DEAR AMERICAN FRIENDS, I write to you from Brazil. We are geographically distant, yet history, the ideals of freedom, and the understanding that the destiny of a great nation reaches far beyond its borders draw us closer. What happens in America reverberates across the world. Your decisions cross oceans, shape economies, alter alliances, and touch the lives of millions who have never set foot on American soil. That is why I write to you today. I do not presume to instruct Americans on how to govern their country. I write as a Brazilian who has devoted a substantial part of his life to studying the history of the United States, its institutions, and its extraordinary capacity to generate prosperity, knowledge, innovation, and freedom. I follow the major interviews, the podcasts, the debates, and the American press. I hear constant criticism of President Donald Trump — some of it legitimate, some of it, in my judgment, deeply unfair. I am increasingly concerned to see political disagreements turned into permanent hostility. This is not my first letter. On a previous occasion, confronted with a fresh wave of attacks and catastrophic predictions about the consequences of his decisions, I felt compelled to speak. Looking back, I take quiet satisfaction in noting that many of those predictions did not materialize as announced. I claim no infallibility. I study, observe, confront information, and accept responsibility for my conclusions. continua…
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Part 4 It is at this critical moment for my own country that I have chosen to address the American people. I follow what is happening in the United States. I watch the interviews, the major podcasts, and the debates surrounding President Trump. I am concerned that legitimate electoral competition may turn into a permanent campaign of institutional distrust, reputational destruction, and hostility. Within a few days, Brazil will make a decision about its future. Shortly thereafter, America will face its midterm elections. If the Republicans lose their majority in the House and the Senate, President Trump’s capacity to implement his program will be significantly weakened. Many important decisions will depend on a hostile or divided Congress. This is a legitimate feature of the American constitutional system. My concern, however, extends beyond any single president or party. I am concerned about the preservation of the moral, institutional, and economic strength of the United States. America built its greatness upon individual liberty, private initiative, innovation, the rule of law, respect for property, and institutions capable of limiting political power itself. These principles belong neither exclusively to Republicans nor to Democrats. They belong to the American people and must be defended regardless of who occupies the White House. Throughout my career as an engineer, administrator, and executive, I learned that great organizations rarely decline solely because of external adversaries. Often the deterioration begins when they lose the capacity to recognize their own mistakes, correct their course, and preserve the values that made them successful. The same is true of nations. continua…
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Part 5 I am also concerned about the strategic competition among the United States, China, and Russia, as well as the dangers posed by the Iranian nuclear program and instability in the Middle East. The world will not necessarily become freer if America becomes weaker. But American strength must always be accompanied by wisdom, responsibility, and respect for the freedom of other nations. International agendas, proposals for global governance, and the powerful foundations that participate in shaping public policy must be subject to transparency, independent oversight, and democratic accountability. No democracy remains truly healthy when its people begin to feel that their institutions no longer answer to them. I ask Americans to examine the concrete results of the government, its achievements, its errors, its promises, and its consequences for the generations that will follow. Do not surrender your judgment to influencers, celebrities, commentators, or political leaders, whether Republican or Democrat. The conscience of a free people cannot be outsourced. I believe that the great crises of humanity possess a moral dimension. When dishonesty becomes convenient, when ambition replaces duty, and when political power is treated as an end in itself, something essential begins to disappear from the collective conscience. As a Christian, I believe that no civilization can remain truly great when it abandons moral responsibility. Donald Trump will not remain in the presidency forever. Other leaders will emerge. Yet no leader can replace the permanent responsibility of the people. American greatness did not begin with a president. It was born of a society that built institutions, defended liberties, fostered innovation, and renewed its leadership across generations. My dear American friends, I do not ask you to renounce the right to disagree. I ask that you never renounce the responsibility to think. Do not allow political hatred to prevent you from recognizing what works, nor let admiration for any leader render you incapable of identifying what must be corrected. Demand results. Examine the facts. Defend your Constitution. Protect your liberties. America does not need to be unanimous in order to remain great. It needs freedom, strength, and the courage to recognize the truth, even when the truth runs counter to its deepest political passions. And never forget: the greatness of a nation is measured not only by the power it exercises over the world, but also by the liberty, justice, and human dignity it manages to preserve within its own borders. As I close this letter, my thoughts return to my beloved Brazil. Our present and our future stand before a historic decision on October 25. The future of Brazil will pass through the ballot boxes of October 25. And it is to the protection of Almighty God that I entrust the destiny of my homeland, my people, and the generations to come. May God bless America. May God bless Brazil. May He grant President Donald Trump and his entire team wisdom, strength, discernment, and courage. May He also enlighten Flávio Bolsonaro, granting him wisdom and responsibility, and protect the Brazilian people in the exercise of their sovereign right to choose their own future. God bless America. God bless Brazil. May God enlighten our leaders and protect our peoples. With respect, admiration, faith, and hope, Thaumaturgo Araújo A Brazilian who loves the United States and believes that its greatness matters to the future of the world.
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Parte 4 É neste momento crítico para meu país que resolvo dirigir-me ao povo americano. Acompanho o que acontece nos Estados Unidos. Assisto às entrevistas, aos grandes podcasts e aos debates em torno do presidente Trump. Preocupa-me a possibilidade de que a legítima competição eleitoral se transforme em campanha permanente de desconfiança institucional, destruição de reputações e hostilidade. Dentro de poucos dias, o Brasil tomará uma decisão sobre seu futuro. Logo depois, a América enfrentará as eleições de meio de mandato. Se os republicanos perderem a maioria na Câmara e no Senado, a capacidade do presidente Trump de implementar seu programa ficará significativamente enfraquecida. Muitas decisões importantes dependerão de um Congresso hostil ou dividido. Essa é uma característica legítima do sistema constitucional americano. Minha preocupação, no entanto, vai além de um presidente ou de um partido. Preocupa-me a preservação da força moral, institucional e econômica dos Estados Unidos. A América construiu sua grandeza sobre a liberdade individual, a iniciativa privada, a inovação, o Estado de Direito, o respeito à propriedade e instituições capazes de limitar o próprio poder político. Esses princípios não pertencem exclusivamente a republicanos ou democratas. Pertencem ao povo americano e precisam ser defendidos independentemente de quem ocupe a Casa Branca. Ao longo de minha trajetória como engenheiro, administrador e executivo, aprendi que as grandes organizações raramente entram em decadência apenas por causa de adversários externos. Muitas vezes a deterioração começa quando perdem a capacidade de reconhecer os próprios erros, corrigir rumos e preservar os valores que as tornaram bem-sucedidas. Com as nações acontece o mesmo. continua…
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Parte 5 Preocupa-me também a competição estratégica entre os Estados Unidos, a China e a Rússia, bem como os riscos representados pelo programa nuclear iraniano e pela instabilidade no Oriente Médio. O mundo não se tornará necessariamente mais livre se a América se tornar mais fraca. Mas a força americana precisa estar sempre acompanhada de sabedoria, responsabilidade e respeito à liberdade das outras nações. As agendas internacionais, as propostas de governança global e as poderosas fundações que participam da formulação de políticas públicas precisam estar sujeitas à transparência, à fiscalização independente e à responsabilidade democrática. Nenhuma democracia permanece saudável quando seu povo começa a sentir que suas instituições já não lhe prestam contas. Peço aos americanos que examinem os resultados concretos do governo, suas realizações, seus erros, suas promessas e suas consequências para as gerações futuras. Não entreguem seu julgamento a influenciadores, celebridades, comentaristas ou dirigentes políticos, sejam republicanos ou democratas. A consciência de um povo livre não pode ser terceirizada. Acredito que as grandes crises da humanidade possuem uma dimensão moral. Quando a desonestidade se torna conveniente, quando a ambição substitui o dever e quando o poder político passa a ser considerado um fim em si mesmo, algo essencial começa a desaparecer da consciência coletiva. Como cristão, acredito que nenhuma civilização permanece verdadeiramente grande quando abandona a responsabilidade moral. Donald Trump não permanecerá para sempre na Presidência. Outros líderes surgirão. Mas nenhum líder poderá substituir a responsabilidade permanente do povo. A grandeza americana não começou com um presidente. Nasceu de uma sociedade que construiu instituições, defendeu liberdades, estimulou a inovação e renovou suas lideranças ao longo das gerações. Meus queridos amigos americanos, não lhes peço que renunciem ao direito de discordar. Peço que jamais renunciem à responsabilidade de pensar. Não permitam que o ódio político os impeça de reconhecer aquilo que funciona, nem que a admiração por qualquer líder os torne incapazes de identificar o que precisa ser corrigido. Exijam resultados. Examinem os fatos. Defendam sua Constituição. Protejam suas liberdades. A América não precisa ser unânime para continuar grande. Precisa de liberdade, força e coragem para reconhecer a verdade, mesmo quando a verdade contraria suas paixões políticas mais profundas. E jamais se esqueçam: a grandeza de uma nação não se mede apenas pelo poder que exerce sobre o mundo, mas também pela liberdade, pela justiça e pela dignidade humana que consegue preservar dentro de suas próprias fronteiras. Ao encerrar esta carta, meus pensamentos retornam ao meu amado Brasil. Nosso presente e nosso futuro encontram-se diante de uma decisão histórica no próximo dia 25 de outubro. O futuro do Brasil passará pelas urnas de 25 de outubro. E é à proteção de Deus Todo-Poderoso que confio o destino da minha pátria, do meu povo e das gerações que virão. Que Deus abençoe a América. Que Deus abençoe o Brasil. Que conceda ao presidente Donald Trump e a toda a sua equipe sabedoria, força, discernimento e coragem. Que ilumine também Flávio Bolsonaro, concedendo-lhe sabedoria e responsabilidade, e proteja o povo brasileiro no exercício de seu direito soberano de escolher o próprio futuro. Deus abençoe a América. Deus abençoe o Brasil. Que Deus ilumine nossos governantes e proteja nossos povos. Com respeito, admiração, fé e esperança, Thaumaturgo Araújo Um brasileiro que ama os Estados Unidos e acredita que sua grandeza é importante para o futuro do mundo.
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Parte 1 CARTA ABERTA AO POVO AMERICANO UM APELO DE UM BRASILEIRO PELA AMÉRICA, PELA LIBERDADE E PELO FUTURO DE NOSSAS NAÇÕES AOS MEUS QUERIDOS AMIGOS AMERICANOS, Escrevo-lhes do Brasil. Geograficamente estamos distantes, mas a história, os ideais de liberdade e a compreensão de que o destino de uma grande nação ultrapassa suas fronteiras nos aproximam. O que acontece na América repercute no mundo. Suas decisões atravessam oceanos, influenciam economias, alteram alianças e alcançam a vida de milhões que jamais pisaram em território americano. Por isso lhes escrevo hoje. Não pretendo ensinar aos americanos como governar seu país. Escrevo como brasileiro que dedicou boa parte da vida ao estudo da história dos Estados Unidos, de suas instituições e de sua extraordinária capacidade de produzir prosperidade, conhecimento, inovação e liberdade. Acompanho as grandes entrevistas, os podcasts, os debates e a imprensa americana. Ouço críticas constantes ao presidente Donald Trump — algumas legítimas, outras, a meu ver, profundamente injustas. Preocupa-me cada vez mais ver divergências políticas transformadas em hostilidade permanente. Esta não é minha primeira carta. Em outro momento, diante de uma nova onda de ataques e previsões catastróficas sobre as consequências de suas decisões, senti necessidade de me manifestar. Olhando para trás, tenho a satisfação de constatar que muitas daquelas previsões não se concretizaram da forma anunciada. Não reivindico infalibilidade. Estudo, observo, confronto informações e assumo a responsabilidade pelo que concluo. continua…
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Parte 3 Como cristão, não consigo olhar para Israel apenas como questão geopolítica. Vejo naquela terra os caminhos das Escrituras, os lugares onde Jesus Cristo viveu e pregou, e a história sagrada que formou minha fé. Conheci Israel pessoalmente. Caminhar por aqueles lugares deixou marcas permanentes em mim. A quem condena Israel sem compreender sua história ou conhecer seu povo, eu diria: visitem aquela terra. Caminhem por Jerusalém. Conheçam suas tradições, sua gente e sua diversidade. Condeno categoricamente as ameaças de destruição contra Israel e os ataques a civis inocentes. Defender Israel não exige negar a dignidade dos palestinos, assim como combater o extremismo violento não significa condenar uma religião inteira. Minha esperança é que Israel e seus vizinhos possam, um dia, viver em paz duradoura. Observo, em diferentes partes do mundo, o crescimento de movimentos conservadores e o desejo crescente dos cidadãos de recuperar influência sobre o destino de suas nações. Não atribuo todas essas transformações a Donald Trump, mas considero substancial sua influência sobre o debate político internacional. Aqui no Brasil, reconheço semelhanças entre o movimento liderado por Jair Bolsonaro e aquele que levou Trump à Casa Branca. Ambos mobilizaram cidadãos que se sentiam cada vez mais distantes das elites políticas tradicionais. Faço questão de ser claro: não falo de interferência americana na política brasileira. Falo da força do exemplo. Enquanto escrevo estas palavras, o Brasil se aproxima de uma eleição presidencial decisiva, marcada para 25 de outubro. Milhões de brasileiros, entre os quais me incluo, alimentam a esperança de uma vitória conservadora. Estamos esperançosos, mas sabemos que esperança não substitui o voto e que nenhuma eleição está vencida antes da manifestação soberana do povo. continua…
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Parte 2 Donald Trump não é um homem perfeito. Nenhum líder político é. Mas considero que ele está entre os presidentes americanos mais relevantes de nosso tempo. Sua liderança representa uma mudança de direção com consequências que ultrapassam as fronteiras dos Estados Unidos. Vejo em sua Presidência um esforço para recuperar a capacidade de decisão americana, fortalecer a economia, defender os interesses nacionais e questionar estruturas de influência que acumularam enorme poder sobre os acontecimentos internacionais. Merece reconhecimento especial sua disposição de questionar projetos de governança global que, em sua visão, podem enfraquecer a soberania nacional, a independência econômica e a autoridade democrática das nações. A cooperação internacional pode ser valiosa, mas nenhuma agenda global deve servir de justificativa para reduzir as liberdades individuais, a soberania ou a responsabilidade democrática. Essa resistência constitui, a meu ver, uma das marcas mais importantes de sua Presidência. A guerra entre a Rússia e a Ucrânia não começou com Donald Trump. Tampouco a hostilidade do regime iraniano contra Israel nasceu em seu governo. Esses conflitos têm raízes históricas profundas. Tenho profunda admiração pela capacidade de resistência de Israel e considero Benjamin Netanyahu um dos maiores estrategistas militares e políticos da atualidade. Suas decisões provocam controvérsias, e as consequências humanas das guerras exigem reflexão moral séria. Ainda assim, acredito firmemente que Israel possui o direito inalienável de existir, defender seus cidadãos e viver em segurança. continua…
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LULA, POR QUÊ? A DOR DE UMA ESPERANÇA QUE ENVELHECEU. Hoje conversei com sete pessoas humildes da minha terra. Olhei demoradamente aqueles rostos marcados pelo tempo, aquelas mãos cansadas, aqueles sorrisos incompletos. Ouvi histórias de uma vida inteira de trabalho, renúncias, necessidades e esperanças. E senti uma tristeza difícil de explicar. Havia desalento naquelas palavras, desolação naquelas lembranças e, sobretudo, uma dor que talvez seja das mais cruéis que alguém possa experimentar: a dor da esperança traída. Lula, por quê? Por que tantas promessas? Por que tanta esperança despertada em quem já possuía tão pouco? Por que, depois de tantos anos, ainda encontramos famílias esperando aquilo que julgavam estar tão perto? Você também veio da pobreza. Conheceu as privações do Nordeste. Como não compreender a dor de quem envelhece esperando uma vida melhor? Como não perceber que, para uma pessoa pobre, vinte anos de espera não são apenas vinte anos? São filhos que cresceram, oportunidades que desapareceram, sonhos que morreram silenciosamente. Por que suas aproximações com Fidel Castro, Chávez e outros governantes autoritários? O que encontrou nesses homens que justificasse tamanha admiração? Não teria sido mais digno fazer da liberdade e da prosperidade do seu próprio povo a grande causa de sua vida? Hoje ouvi uma daquelas pessoas dizer, com uma serenidade que quase me fez chorar: “Mas Deus há de melhorar nossas vidas.” Meu Deus! Quantas vezes aquela mesma esperança já terá sido pronunciada? Quantos anos ainda restam àquelas pessoas para conhecerem a vida que sonharam? Lula, você já pensou nisso? Já imaginou quantas pessoas partiram deste mundo sem conhecer a felicidade que esperavam? Não sei o que sua consciência lhe diz quando está sozinho. Mas desejo que um dia você consiga ouvir perguntas como essas sem o barulho dos aplausos, sem assessores, sem discursos, sem o conforto do poder. E nós, brasileiros, precisamos aprender. Jamais poderemos entregar novamente nosso destino a um governante sem acompanhá-lo, questioná-lo, fiscalizá-lo e cobrar suas promessas. Precisamos participar, vigiar democraticamente, exigir resultados e jamais confundir gratidão com submissão. Que essa desilusão nos ensine a nunca mais abandonar nossa responsabilidade sobre o futuro. Quando nos despedimos, depois de tomarmos um café, ainda encontramos tempo para sorrir e recordar histórias do passado. E aqueles sorrisos me acompanharam pelo caminho de volta. Pensei comigo: como pode existir tanta esperança em pessoas que já tiveram tantas razões para perdê-la? Saí dali com uma convicção ainda maior. Eu e tantos brasileiros continuaremos trabalhando por um país em que essas pessoas possam viver, ainda nesta existência, um pouco da felicidade que esperaram durante tantos anos. Aproximam-se as eleições de 25 de outubro, e deposito nelas minha esperança de que possamos iniciar um novo caminho. Mas não basta mudar um governante. Precisamos mudar nossa relação com o poder. Cobrar, fiscalizar, questionar, participar. Jamais permitir que a confiança do povo se transforme novamente em silêncio ou submissão. Não sei quantos anos de vida ainda restam àquelas pessoas. Sei apenas que não podemos continuar pedindo que esperem indefinidamente. E que Deus conceda àquelas sete pessoas, e a tantas outras que representam, a oportunidade de conhecer ainda em vida um pouco da felicidade que tanto esperaram. Enfim, senhor Lula: quantas delas ainda vão morrer esperando? PERCEBI QUE A MAIOR TRISTEZA NÃO É ENVELHECER. É ENVELHECER ESPERANDO QUE A VIDA, FINALMENTE, COMECE. Thaumaturgo Araújo
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Parte 1 O BRASIL QUE PRECISAMOS CONSTRUIR MENOS DESPERDÍCIO, MAIS PRODUTIVIDADE E UM ESTADO A SERVIÇO DA NAÇÃO Uma reflexão sobre trabalho, desenvolvimento econômico e responsabilidade na administração pública. UMA PALAVRA AO LEITOR Este texto é um pouco longo, reconheço. Mas peço que reserve alguns minutos para lê-lo até o final. Não se trata apenas da redução da escala de trabalho 6×1. Trata-se de uma reflexão sobre o futuro do Brasil, sobre as mudanças que precisamos realizar e, principalmente, sobre como transformar boas intenções em resultados concretos. São questões que dizem respeito a todos nós. Por isso, considero que merecem nossa atenção, nosso tempo e nossa participação. Querido amigo leitor, Compartilho com você algumas reflexões sobre a discussão em torno da redução da escala de trabalho 6×1, suas consequências para trabalhadores e empresários e, principalmente, as medidas que considero necessárias para que o governo Flávio enfrente os desafios dessa transformação. Aproveito também para ampliar a reflexão sobre a modernização do Estado, a produtividade nacional e o uso responsável dos recursos públicos. Não pretendo apresentar verdades absolutas, mas contribuir com ideias que nasceram da minha experiência profissional e da preocupação que tenho com o futuro do nosso país. Estou inteiramente aberto a críticas, sugestões e contribuições. Afinal, o Brasil que desejamos construir não será obra de uma única pessoa, de um governo ou de um partido. Será resultado da participação, da inteligência e do trabalho de todos nós. Tenho acompanhado com muita atenção as discussões sobre a redução da escala de trabalho 6×1. Vejo nessa questão uma oportunidade extraordinária para refletirmos sobre algo muito maior: o Brasil que queremos construir, o país que pretendemos deixar para nossos filhos e netos e, principalmente, o que precisamos fazer para transformar nossas expectativas em realizações. continua…
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Parte 3 Isso exige uma verdadeira mobilização nacional pela produtividade. Precisamos investir na qualificação e requalificação profissional, modernizar equipamentos, incorporar novas tecnologias, aperfeiçoar processos e preparar trabalhadores e empresários para uma nova realidade econômica. As pequenas e médias empresas merecem atenção especial. Muitas delas não dispõem de recursos para realizar rapidamente essas transformações. Não podemos exigir novos padrões de produtividade sem oferecer instrumentos que permitam alcançá-los. Linhas de crédito adequadas, incentivos à modernização, capacitação técnica e mecanismos de transição precisam fazer parte dessa discussão. O trabalhador também terá um papel decisivo. A qualificação permanente, a disposição para aprender e o compromisso com a produtividade serão fundamentais. O empresário precisará investir, reorganizar suas atividades e aperfeiçoar seus métodos de gestão. E o governo Flávio deverá criar um ambiente econômico que favoreça esses esforços. Mas quero chamar a atenção para uma questão que considero ainda mais importante: não podemos exigir eficiência das empresas privadas enquanto toleramos desperdícios na administração pública. O Estado brasileiro também precisa passar por uma profunda modernização. Precisamos discutir o tamanho e, principalmente, a eficiência da máquina pública. Avaliar estruturas administrativas, cargos, contratos, despesas e resultados. Identificar sobreposições de funções, eliminar desperdícios e aperfeiçoar a aplicação dos recursos que pertencem à sociedade. E aqui faço uma recomendação que considero fundamental: o governo Flávio deveria determinar, desde o início de sua gestão, uma atenção especial, rigorosa e permanente aos sistemas de compras e contratações de toda a administração pública. continua… Parte 4 Não estou falando apenas de combater a corrupção depois que o dinheiro desaparece. Estou falando de impedir que ele seja desperdiçado. É necessário aperfeiçoar e integrar os sistemas eletrônicos de compras governamentais, utilizando inteligência artificial, comparação automatizada de preços, cruzamento de informações, auditorias contínuas e mecanismos capazes de identificar sobrepreços, irregularidades e possíveis fraudes antes da conclusão dos contratos. Imaginem o que representaria para o Brasil um sistema nacional capaz de comparar os preços pagos por diferentes órgãos públicos por produtos e serviços equivalentes. Imaginem a possibilidade de identificar distorções, contratos suspeitos e padrões incompatíveis com os valores praticados no mercado. Já possuímos instrumentos tecnológicos que podem servir de base para esse aperfeiçoamento. Precisamos integrá-los, ampliar sua capacidade de fiscalização e exigir resultados mensuráveis. Quanto dinheiro poderíamos economizar? Não pretendo apresentar cifras sem estudos que as sustentem. Mas considero indispensável investigar esse potencial com profundidade, estabelecer metas e demonstrar publicamente cada economia efetivamente alcançada. E não podemos parar nas compras públicas. É necessário examinar estruturas administrativas, despesas de custeio, cargos comissionados, contratos de prestação de serviços e os mecanismos de remuneração do setor público, sempre respeitando a Constituição, os direitos legalmente assegurados e as competências de cada Poder. Não defendo cortes indiscriminados. Defendo racionalidade administrativa. Uma estrutura pública deve existir porque presta um serviço necessário à sociedade, e não simplesmente porque sempre existiu. continua…
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Parte 5 O dinheiro comprovadamente economizado, respeitadas as obrigações fiscais, poderá contribuir para ampliar investimentos em infraestrutura, educação profissional, inovação tecnológica, saúde e serviços essenciais. Precisamos transformar desperdício em capacidade de desenvolvimento. Também considero indispensável que as reformas sejam pensadas para além de um mandato presidencial. O Brasil não pode continuar recomeçando seus projetos estruturais a cada mudança de governo. Precisamos construir políticas nacionais que tenham continuidade, mecanismos de avaliação e compromissos capazes de atravessar diferentes administrações. Uma eventual maioria parlamentar favorável às reformas poderá facilitar sua discussão e aprovação. Mas nenhuma maioria substitui a responsabilidade, o diálogo, a competência técnica e o respeito às instituições. As mudanças precisam ser juridicamente seguras, economicamente sustentáveis e socialmente responsáveis. Quero um Brasil onde o trabalhador tenha melhores condições de vida; onde o empresário encontre segurança para investir; onde a pequena empresa tenha oportunidades de crescer; onde o jovem seja preparado para o futuro; e onde cada cidadão possa saber como o dinheiro dos seus impostos está sendo utilizado. Quero um Estado que trabalhe para a sociedade, e não uma sociedade que viva permanentemente preocupada em sustentar estruturas públicas cada vez mais dispendiosas. Não acredito em soluções milagrosas. Acredito no trabalho, na competência, na iniciativa, na responsabilidade e na coragem de enfrentar problemas que foram acumulados durante décadas. Mas também acredito que chegou a hora de abandonarmos a resignação. Não podemos continuar tratando nossos problemas estruturais como se fossem fatalidades inevitáveis. São desafios administrativos, econômicos e institucionais que exigem decisões, instrumentos e perseverança. O Brasil não precisa apenas de um governo que gaste menos. Precisa de um Estado que desperdice menos, de empresas que produzam melhor e de trabalhadores que participem dos benefícios do progresso. E quero concluir deixando claro que esta reflexão não termina aqui. Nos próximos textos, pretendo apresentar propostas mais específicas, com instrumentos de execução, alternativas de financiamento, mecanismos de fiscalização, metas e critérios para avaliar os resultados. Entre os temas estarão a modernização das empresas, a qualificação profissional, a inteligência nas compras públicas, a reforma administrativa e o acompanhamento dos efeitos da redução da jornada de trabalho. Meu propósito é oferecer uma contribuição construtiva ao debate nacional, que possa também ser encaminhada às equipes técnicas e aos responsáveis pela elaboração das políticas do governo Flávio. Não pretendo apenas apontar problemas. Quero discutir caminhos possíveis para resolvê-los. Porque aprendi, ao longo da minha vida profissional, que uma boa ideia só começa a demonstrar seu valor quando encontra os instrumentos necessários para sair do papel. Não basta ter coragem para mudar o Brasil. É preciso ter competência para planejar, disciplina para executar e honestidade para prestar contas. E é exatamente nisso que deposito minha confiança. Acredito muito, muito, muito na honestidade da família Bolsonaro. Acredito muito, muito, muito na competência, na vontade de acertar e na certeza de acertar do futuro governo Flávio Bolsonaro. A verdadeira grandeza de um governo não está apenas no que ele realiza durante seu mandato, mas no país que deixa preparado para as próximas gerações. Continuaremos esta reflexão. Agora, com propostas, instrumentos e caminhos para transformar ideias em resultados. Amo minha nação. Thaumaturgo Araújo
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O Cisne Negro, a Maldita Geni dos Pobres, em Dias de Pavor e Agonia. Meu povo, o cisne negro abriu de novo a lâmpada e se entregou. Ontem, a doze dias do segundo turno, o velho que se lambuza na própria vaidade anunciou mais uma orgia de dádivas: perdão de R$ 12,6 bilhões em dívidas de 3,6 milhões de MEIs, compra de bilhões em débitos privados, e a promessa de um Pix de até cinco mil reais “sem devolução”. Chamou de Prospera. Não é prosperidade. É a maldita Geni abrindo o corpo da nação e dizendo: toma, toma pra todo mundo, vem que eu dou. Na canção, Geni dá pra qualquer um e a cidade a apedreja. Aqui o cisne negro se oferece de graça, se vende, se entrega aos miseráveis, aos endividados, a quem ele imagina ainda poder comprar, e depois a conta chega para todos. Ele se lambuza nas dádivas da vaidade. Ele se prostitui com o dinheiro que não é dele. Ele se deita com o sistema que o pressiona, as forças que exigem que a máquina continue girando, que os benefícios continuem saindo, que a ilusão se mantenha até o último voto, e depois, quando a cidade acordar com a inflação e os juros, ele dirá que foi por bondade. Não é. É desespero. É o corpo da nação sendo oferecido em troca de mais uns dias no poder. A dívida bruta já passa dos R$ 11 trilhões. O rombo não para. Cada real que a maldita Geni joga hoje para os MEIs, para os endividados, para os estudantes, é um real que amanhã será cobrado em triplo, em quádruplo, em erosão do pouco que o povo ainda tem. O cisne negro sabe disso. Sabe que o Brasil não tem de onde tirar. Sabe que está quebrando o país ainda mais. E mesmo assim dá. Dá pra todo mundo. Porque a vaidade se lambuza na consciência dos pobres, e o sistema por trás, as pressões que o empurram a essas loucuras, não deixa ele parar. Não é um ser humano normal agindo por conta própria. É um instrumento que se entrega, que se vende, que aceita ser a Geni da vez para não perder o trono. Meu povo, se o dinheiro cair, se o perdão for aprovado, recebam. Vocês não são obrigados a recusar o que a máquina já comprometeu. Mas não entreguem o voto a essa maldita Geni. Não percam o voto no cisne negro. O que ele faz não é política; é a prostituição final do poder. É a orgia do desespero. É a loucura de quem prefere destruir a nação inteira a sair do centro da festa. Quando a conta chegar, e ela chega sempre, não será só quem recebeu que pagará. Será o país inteiro, mais uma vez, depois que a Geni já se retirou sorrindo. E agora o sistema inteiro entra em desespero. Os escândalos se acumulam, as rachaduras aparecem, o passado volta à superfície, e a máquina grita por dentro: não podemos perder, não podemos perder, maldita Geni, não podemos perder. Joga pedra pra todo lado, inventa benefício, perdoa dívida, promete Pix, aumenta programa, porque se o cisne negro cair no dia 25 a orgia acaba, a lâmpada se apaga e o sistema fica nu. Não podemos perder, maldita Geni. Não podemos perder. As pedras que a cidade jogava nela agora são os votos que o povo pode jogar de volta. Cada voto retirado é uma pedra no cisne negro. Cada consciência que se recusa a ser comprada é uma pedra na Geni do poder. O desespero é total porque eles sabem: se o cisne negro sair, a festa deles acaba. O dia 25 estará aí. Se você recebeu, recebeu, mas tenha consciência: não venda sua nação, não prorrogue a agonia, não enterre nossa nação por conta dessas migalhas. Não enterre sua nação, não enforque seu semelhante, seu povo, e não protele essa agonia, porque as consequências virão em formatos que você jamais saberá. Virão em ditadura, ditadura, ditadura. Não votem nesse louco. O cisne negro em dias de Geni não salva ninguém. Ele só se entrega e leva todo mundo junto. Thaumaturgo Araujo
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HOJE ESTOU DE SACO CHEIO. QUE DIABO É ESSE JANONES? ATÉ QUANDO TEREMOS DE SUPORTAR ESSE ESPETÁCULO? ATÉ QUANDO AFIRMAÇÕES NÃO COMPROVADAS TERÃO MAIS ESPAÇO DO QUE OS FATOS? Hoje estou de saco cheio. E não vou disfarçar minha indignação para parecer educado. Não estou escrevendo em nome do povo brasileiro, de partido algum ou de qualquer movimento. Estou falando por mim, pela minha consciência, pelos meus valores e pelo respeito que tenho à inteligência humana. Mas, afinal, que diabo é esse Janones? Que maneira de fazer política é essa? Por que precisamos gastar nosso tempo respondendo a declarações públicas, discutindo acusações e tentando encontrar alguma contribuição construtiva no meio de tanta hostilidade? Onde estão as ideias? Os argumentos? As propostas? A responsabilidade de quem ocupa um cargo público? Francamente, estou farto! Farto dessa política que parece ter perdido o pudor, dessa disputa permanente para ver quem grita mais, agride mais e provoca mais. O Brasil tem problemas graves demais para continuar assistindo a esse espetáculo. E o que mais me revolta é perceber como tantas discussões importantes acabam soterradas por conflitos que pouco acrescentam à vida de quem trabalha, paga impostos e sustenta este país. E ao presidente Lula também dirijo minhas palavras. Senhor presidente, o Brasil não é propriedade de ninguém. O senhor já teve inúmeras oportunidades de governar, de realizar suas propostas e de demonstrar seus resultados. Sua trajetória está aí, sujeita ao julgamento da história e dos cidadãos. Não trate a permanência no poder como prova de indispensabilidade. Nenhum homem está acima de uma nação. Nenhum partido deveria tratar o destino de milhões de pessoas como patrimônio particular. E volto a Janones. O que mais me incomoda não é a existência de opiniões diferentes das minhas. Isso faz parte da democracia. O que me revolta é a banalização da agressividade, a substituição do argumento pela provocação e a circulação de acusações sem que se exija a mesma energia para apresentar provas e esclarecer os fatos. Isso precisa acabar! Não aceito que a inteligência do brasileiro seja tratada com tamanho desprezo. E não venham me dizer que tudo isso é normal, que faz parte do jogo político. Não! Não considero normal transformar o debate público num ambiente em que a ofensa vale mais do que a proposta. Não considero normal que uma denúncia seja repetida milhares de vezes antes de alguém se preocupar em verificar os fatos. Não considero normal que o cidadão precise atravessar uma montanha de insultos para descobrir o que um representante público realmente pretende fazer pelo país. Também tenho uma palavra para os comunicadores, youtubers e influenciadores: que responsabilidade vocês assumem pelo que divulgam? Quantas pessoas podem ser injustamente atingidas por uma informação falsa? Quanto vale a consciência de alguém que prefere uma audiência maior a uma notícia verdadeira? Dinheiro nenhum deveria comprar a tranquilidade de quem divulga aquilo que não verificou. E agora quero me dirigir especialmente aos jovens que participam dessas redes de divulgação política. Quem são vocês? O que estão fazendo? Que papel decidiram representar na vida pública brasileira? Vocês têm consciência da responsabilidade que assumem cada vez que compartilham uma acusação sem verificar sua veracidade? Se alguém lhes oferece dinheiro, vantagens ou qualquer recompensa para divulgar conteúdos enganosos, tenham coragem de perguntar a serviço de quem estão trabalhando e exijam transparência sobre a origem desses recursos. E, caso existam indícios de contratações destinadas à fabricação e disseminação deliberada de informações falsas, que sejam investigados os responsáveis, os pagamentos, as orientações e os eventuais beneficiários, com base em provas e dentro da lei. Juventude não é desculpa para irresponsabilidade. Continua….
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O Dinheiro não transforma informação falsa em verdade. E a obediência a um político não elimina a responsabilidade individual pelas próprias escolhas. Pensem nas famílias de vocês, na educação que receberam, no nome que carregam e no futuro que pretendem construir. Vale a pena comprometer a própria consciência por uma campanha política? A juventude é o tempo de construir o próprio caráter, não de alugá-lo a interesses que amanhã poderão abandoná-la. Que resposta vocês darão aos seus filhos quando perguntarem de que lado estiveram: do lado da verdade ou da conveniência? E aos brasileiros que me leem, digo apenas: pensem por vocês mesmos. Não permitam que a paixão política lhes roube o discernimento. Não repitam uma acusação porque ela favorece o político de sua preferência. Exijam provas, cobrem explicações, examinem os fatos. A verdade não pode mudar de valor conforme o nome de quem está sendo questionado. Tenho o direito de estar revoltado. Tenho o direito de dizer que não suporto mais essa maneira de fazer política. E tenho, sobretudo, o dever de não permitir que minha própria indignação me transforme naquilo que estou criticando. Chega! Quero voltar a discutir o Brasil que produz, que trabalha, que estuda, que pesquisa, que empreende, que enfrenta dificuldades e que merece respostas sérias. Quero uma política em que seja possível discordar sem destruir a dignidade alheia e cobrar responsabilidades sem abandonar a verdade. Apeguemo-nos a Deus. Oremos. Mas não confundamos fé com passividade. Que a nossa fé nos dê coragem para enfrentar a desinformação, humildade para reconhecer nossos erros e sabedoria para não nos deixarmos conduzir pelo ódio. PORQUE HÁ UMA COISA QUE ME REVOLTA AINDA MAIS DO QUE UMA INFORMAÇÃO FALSA: É VER OS FATOS SEREM TRATADOS COMO SE NÃO TIVESSEM MAIS IMPORTÂNCIA. EU NÃO ACEITO ISSO. NÃO VOU ME CURVAR A ISSO. E NÃO PRECISO PEDIR DESCULPAS POR EXIGIR DECÊNCIA, RESPEITO, TRANSPARÊNCIA E VERDADE NA VIDA PÚBLICA BRASILEIRA. ISSO TEM QUE MUDAR E TRASTE COMO ESSA GENTE DEVE SE RECOLHER À SUA INSIGNIFICÂNCIA. Thaumaturgo Araújo
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