A habitação foi a prioridade ao longo destes últimos cinco anos. Depois de uma década em que Lisboa construiu, em média, apenas 17 casas por ano, era preciso recuperar o tempo perdido e dar respostas concretas aos lisboetas.
Lisboa precisava de respostas. Foi isso que fizemos.
Bem-vindos à Semana do Presidente. 👋
Semana marcada pela participação no Comité das Regiões e pela homenagem a António Calvário.
Lisboa homenageou António Calvário com a Medalha Municipal de Mérito Cultural, reconhecendo uma vida dedicada à música e ao público português.
Uma carreira marcada por grandes êxitos, mas também pela resiliência, paixão e dedicação.
Hoje, no dia em que completa 88 anos, reiteramos, em nome de Lisboa, aquilo que tantas vezes sentimos ao ouvir as suas canções: valeu a pena.
Parabéns, António Calvário!
Joaquim Letria foi um dos nomes que marcaram o jornalismo em Portugal.
Fez parte de várias décadas da nossa vida pública e teve um papel importante na nossa vida democrática e cultural.
Recebemos com tristeza a notícia da partida do jornalista, do escritor e do homem que ajudou a pensar e a contar o país, deixando uma marca que ultrapassa gerações.
À sua família e amigos apresento as minhas mais sentidas condolências.
Foto: Âncora Editora
🛑🛴 Vamos suspender o atual sistema de trotinetes partilhadas em Lisboa.
Queremos uma Lisboa com passeios livres, seguros e acessíveis, onde todos possam circular em segurança.
Defender Lisboa na Europa 🇪🇺
💶 No Plenário do Comité das Regiões, defendi que o próximo orçamento da União Europeia não pode ser inferior ao anterior. Precisamos de mais ambição e de recursos para responder aos desafios das nossas comunidades.
🗣️ Alertei a Comissária dos Assuntos Sociais para o problema do sistema Volta, que exige atenção e uma resposta concreta.
🤝 Reuni-me também com a Comissária do Ambiente, que se mostrou disponível para agendar uma reunião com o Governo com o objetivo de encontrar uma solução para este problema.
📅 A 12 de outubro de 2025, os lisboetas fizeram a sua escolha. Mais votos, mais mandatos e a confiança renovada no nosso projeto para Lisboa.
Depois de quatro anos de trabalho, este resultado foi o reconhecimento do caminho que fizemos e um sinal de confiança para continuar a investir na habitação 🏠, a melhorar a mobilidade 🚍, a cuidar do espaço público 🌳 e a construir uma Lisboa com mais qualidade de vida para todos.
Naquela noite, celebrámos a confiança recebida e assumimos a responsabilidade de continuar a trabalhar todos os dias pelos lisboetas.
Para ti, Lisboa.
O problema da habitação tem um dono: o Partido Socialista.
Entre 2010 e 2020, construíam-se em média 17 casas por ano em Lisboa. Em apenas cinco anos, já entregámos mais de 3400 casas entre construção nova e reabilitação.
Desbloqueámos projetos parados há décadas, como o Vale de Santo António e o Vale de Chelas, e ajudámos mais de 1800 famílias a pagar a sua renda. Menos bloqueios ideológicos, mais soluções reais de habitação para os lisboetas.
Mais de 3440 chaves entregues em Lisboa.
Em Marvila, entregámos mais 60 casas para arrendamento acessível, num projeto integrado que renovou 19 mil metros quadrados de espaço público e zonas verdes.
E o trabalho não para aqui: continuamos a reabilitar habitações por toda a cidade, a apoiar o pagamento de rendas e a levar jovens para os nossos bairros com o programa "De Volta ao Bairro".
Uma República não morre apenas quando alguém a ataca. Começa a morrer quando os cidadãos deixam de acreditar nela e se entregam à indiferença.
Isso acontece porque a política se encheu de palavras e esqueceu a virtude de pôr o bem de todos acima do interesse próprio.
Para devolver a esperança, precisamos de cumprir os nossos deveres, lembrando sempre que o poder é emprestado e que a República só prova o seu valor quando dá respostas concretas às necessidades reais das pessoas.
Viva a República! Viva Portugal
Uma República não morre apenas quando alguém a ataca. Começa a morrer quando os cidadãos deixam de acreditar nela e se entregam à indiferença.
Isso acontece porque a política se encheu de palavras e esqueceu a virtude de pôr o bem de todos acima do interesse próprio.
Para devolver a esperança, precisamos de cumprir os nossos deveres, lembrando sempre que o poder é emprestado e que a República só prova o seu valor quando responde às pessoas na rua com segurança, em casa com habitação e ao nosso lado com o Estado Social Local à porta de casa.
Que ninguém possa dizer que vivemos sem uma causa. A nossa causa é Portugal!
Viva a República. Viva Portugal!
Mais 90 habitações acessíveis em Lisboa.
Assinámos hoje o protocolo de cedência do antigo edifício da Presidência do Conselho de Ministros à CML. Um imóvel no centro da cidade que vai agora transformar-se em 90 casas para professores, médicos, enfermeiros, polícias e trabalhadores da administração pública.
É isto o Estado Social Local: criar respostas reais de habitação para a classe média e para quem vive e trabalha em Lisboa. Quando o Governo e o Município colaboram para resolver problemas, quem ganha são os lisboetas.
Seguimos a construir uma Lisboa que não expulsa quem trabalha, que fixa pessoas, cuida e faz.
Lisboa não quer turismo de massas. Lisboa quer turismo de qualidade.
eco.sapo.pt/opiniao/turismo-…
Inaugurámos a rua que homenageia a Professora Odette Ferreira. Cientista brilhante, pioneira na identificação do VIH-2 e incansável defensora da saúde pública, deixou uma marca indelével na ciência e na forma como cuidou dos outros.
Lisboa honra a memória de quem trabalhou sempre para que tivéssemos um futuro mais justo.
Entregámos a Medalha de Mérito Cultural da Cidade a Tereza Seabra. Figura incontornável da joalharia contemporânea, fundadora do departamento do ArCO e defensora incansável da nossa cultura, Tereza Seabra doou à cidade a sua coleção privada, reunindo mais de 300 joias de criadores nacionais e internacionais.
Obrigado por seis décadas a transformar talento disperso em comunidade e por confiar a Lisboa aquilo que levou uma vida inteira a reunir.
A Escola Básica n.º 72, na Estrela, reabriu totalmente requalificada e ampliada, num investimento de 3,3 milhões de euros.
A intervenção permitiu recuperar um palacete de meados do século XIX, unindo a história da cidade às necessidades da comunidade educativa. O espaço conta agora com capacidade para acolher mais de 260 crianças.
A obra integrou um reforço estrutural, novas acessibilidades, um novo equipamento desportivo e áreas de recreio totalmente renovadas.
Desde 2021, já entregámos à cidade 13 novas escolas e jardins de infância.
Hoje, Lisboa acordou mais silenciosa e com o coração mais frágil.
Partiu Jorge Palma, o eterno rapaz do piano, o poeta vagabundo que fez das nossas ruas o seu palco e das nossas vidas a sua grande canção.
Nascido em Lisboa, Jorge Palma conhecia o pulsar desta cidade como ninguém. Dedicou-lhe acordes, madrugadas e uma honestidade desarmante que nos ensinou a rir dos dias errados e a abraçar o recomeço em cada "Primeiro Dia".
Foi o músico de rua em Paris, o mestre do Conservatório, a voz rebelde e livre que nunca se cansou de defender a cultura e a liberdade.
Lisboa chora hoje um dos seus filhos mais brilhantes, mas a sua música — essa — permanece connosco, tatuada na alma de Portugal.
Hoje despedimo-nos de ti, mas guardamos a certeza de que a tua música será sempre o nosso eterno recomeço.
Obrigado por tanto, Jorge. Descansa em paz e até sempre.
Sei bem que o "Primeiro Dia” nasceu da escrita genial do seu eterno companheiro Sérgio Godinho. Mas quem acompanhou a vida e obra de Jorge Palma sabe que o “Primeiro Dia” foi também um território de partilha inesquecível entre os dois. No histórico projeto “Juntos” e nos palcos que dividiram pelo país, o Jorge deu voz e corpo a este tema. Usar esta expressão na nossa despedida não é um engano: é evocar a enorme cumplicidade que os unia e assinalar que hoje, no primeiro dia da sua ausência física, o legado de Jorge Palma começa a desenhar o resto da nossa vida cultural. Obrigado por tudo, Jorge!
A segurança faz-se com investimento e conquistas concretas.
Estamos a executar um investimento de 3,9 milhões de euros para renovar os meios nas ruas. E a nossa exigência está a dar frutos: o Governo vai mudar a lei para que seja possível criminalizar a venda de droga falsa e vai também abrir concursos para mais polícias em Lisboa, respondendo diretamente aos nossos apelos.
Lisboa não pede privilégios, exige os meios necessários para proteger quem cá vive.
Parabéns à Polícia Municipal de Lisboa por estes 135 anos! Estaremos sempre do vosso lado, da lei e da ordem.
Num tempo em que tanto precisamos de unir e escutar o outro, Lisboa distinguiu hoje com a Medalha de Honra da Cidade a Sua Eminência o Senhor Cardeal D. José Tolentino Mendonça.
O seu percurso une a poesia que ilumina o quotidiano, o pensamento livre que educa e a coragem do diálogo que constrói pontes. Ao recordar-nos que «a esperança não é um acessório, é um bem de primeira necessidade», a sua voz continua a inspirar Portugal e o mundo a cuidar da vida e do outro.
Obrigado por levar a nossa língua e a excelência da portugalidade tão longe. Lisboa será sempre a sua casa.


































